Movimento Estudantil: Conflitos, Organizações e Mobilização

A Rizoma Editorial anuncia o lançamento da obra Movimento Estudantil: Conflitos, Organizações e Mobilização,  uma coletânea de textos organizada por Diego dos Anjos (professor do Instituto Federal Goiano), Nildo Viana (professor da Universidade Federal de Goiás) e Maria Angélica Peixoto (professora do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás).

O movimento estudantil é um movimento social específico que tem características comuns com outros movimentos sociais e características próprias. A presente coletânea aborda as formas organizacionais, conflitos e mobilização dos estudantes. Os estudantes possuem reivindicações próprias e, ao mesmo tempo, estão envolvidos na sociedade moderna, são influenciados pelas lutas de classes, ideologias, doutrinas, bem como exercem uma ação sobre ela, algumas vezes através de um forte impacto político. A base social do movimento estudantil ajuda a explicar essas características e sua posição singular no interior das lutas sociais na sociedade capitalista. Vários aspectos desse processo são desenvolvidos na presente obra, que torna-se importante para compreender a dinâmica do movimento estudantil.

Disponível em brochura e ebook.

 

Anúncios

Educação, Violência e Contradições

A Rizoma Editorial anuncia o lançamento da obra Educação, Violência e Contradições, uma coletânea de textos organizada por Diego dos Anjos (professor do Instituto Federal Goiano), Nildo Viana (professor da Universidade Federal de Goiás) e Maria Angélica Peixoto (professora do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás).

A educação escolar é um dos fenômenos mais pesquisados e estudados no interior das ciências humanas. A maioria das abordagens, no entanto, acabam se revelando apologéticas. Isso pode ser visto nas mais variadas análises e abordagens do fenômeno educacional, desde o positivismo até a concepção denominada “sócio-histórica” de Vigotsky. Contudo, é necessária uma abordagem crítica da educação formal, que consiga compreender suas contradições. Educação, Violência e Contradições objetiva justamente analisar as contradições da educação escolar, observando suas características, incluindo a violência que se desenvolve no seu interior. Para tanto, a presente coletânea parte das abordagens sociológicas da educação e também de fenômenos educacionais mais específicos e fundamentais que expressam a violência e as contradições no seu interior.

Disponível em brochura e ebook.

Uma História Oral do Movimento Anarcopunk em São Paulo, 1988-2001

A Rizoma Editorial traz ao seu dileto publico leitor mais uma obra dedicada ao movimento anarcopunk paulistano “de raiz”: Uma História Oral do Movimento Anarcopunk em São Paulo, 1988-2001, de autoria do jornalista Eduardo Ribeiro, colaborador de diversas mídias e autor da coletânea Zine é Compromisso, sobre os fanzines brasileiros de música dos anos 1990.

Esta obra, em formato de história oral, nos moldes do clássico “Mate-me Por Favor”, cobre o período de 1988-2001 do movimento anarcopunk em São Paulo. Uma série resumida em quatro matérias desse conjunto de depoimentos foi publicada pela VICE em 2018. Trata-se da história de uma faceta do punk brasileiro nunca antes documentada, a respeito de quando o punk deixou de ser apenas outra “tribo urbana” e seguiu em busca de uma existência anarquista militante – com todos os tropeços e amarguras pelo caminho.

Na história do Movimento Punk entre nós, tem muita coisa interessante perdida abaixo da superfície, raramente abordada, a não ser pelos próprios zines e veículos punks/libertários. Uma delas é a formação da vertente anarcopunk, que colaborou para definir toda a ética e modo de agir do anarquismo contemporâneo. Fui atrás de fatos que só se descobrem na conversa de punk pra punk e detectei que em 87, por exemplo, um conjunto de João Pessoa (PB), o Disunidos, já se assumia “anarco-punk”. Mas o MAP (Movimento Anarco-Punk) só surgiria mesmo no começo dos anos 90, quando jovens interessados em fazer algo além do barulho, dos rolês em banca, das tretas entre gangues, da chapação, do pogo e do visual, criaram de fato as primeiras células assumidamente anarquistas. Passados cerca de dois anos de encontros, pesquisas, coletas e transcrições de conversas e edições, apresento finalmente um apanhado daquilo que penso que todos interessados no punk nacional enquanto movimento político, e não só um elemento de almanaque pop, deveriam conhecer, com depoimentos focados no período entre 1988-2001. Um pequeno esforço para que tudo o que essa galera fez em nome de seus ideais, mesmo diante de certa ingenuidade e atropelo, não caia no esquecimento.

Longa vida ao Movimento Anarco-Punk, em São Paulo e todas as megalópoles planetárias!

Loja Virtual da Rizoma em Novo Servidor de Hospedagem

Recentemente, tivemos de mover nossa loja virtual (rizomaeditorial.com) para outro servidor de hospedagem, por conta do descaso, da incompetência e da irresponsabilidade da empresa de hosting que durante anos nos hospedou.

Todo o conteúdo foi preservado e o endereço de acesso permanece o mesmo. Todavia, os visitantes poderão notar uma redução na velocidade de acesso ao site e abertura das páginas, já que o atual servidor oferece recursos mais limitados. Pedimos desculpas a noss@s leitor@s por qualquer inconveniente e contamos com a compreensão de tod@s.

A luta é feroz, mas continua!

Crítica Marxista da Administração

A Rizoma Editorial anuncia ao seu público leitor a publicação da obra Crítica Marxista da Administração, uma coletânea de textos organizada pelo Prof. Dr. Elcemir Passo Cunha, docente da Universidade Federal de Juiz de Fora e pela Profa. Dra. Deise Luiza Ferraz. docente da Universidade Federal de Goiás.

O conjunto de textos que forma a presente coletânea responde a uma necessidade histórica no Brasil: aglutinar textos de crítica marxista da administração em suas diferentes inclinações. Grande parte da literatura que sustenta uma crítica nesses termos está dispersa em livros e artigos. Por mais importante e contributivos que sejam, essa dispersão expressa alguma dificuldade de articulação entre as diferentes produções e inclinações que compõem os marxismos que animam aquela crítica. Esta é a principal razão de ser da presente coletânea.

Luto pelo Museu Nacional do Rio de Janeiro

O coletivo Rizoma Editorial expressa o seu mais profundo pesar por esta tragédia irreparável para a Ciência e a Cultura do Rio de Janeiro, do Brasil e do mundo, que representa a perda, em incêndio de proporções colossais, do Museu Nacional do Rio de Janeiro, no ano em que a honorável instituição comemorava seu segundo centenário de existência.

Desde já e sempre, nos solidarizamos de forma incondicional, com todos os funcionários, pesquisadores, professores e estudantes que lá trabalhavam, em condições muitas vezes precárias, para manter acesa a chama do conhecimento que, nas imortais palavras de Carl Sagan,  “se interpõe entre nós e a escuridão circundante”.

Para nosso Editor, que lá trabalhou e militou pela Ciência durante seis anos (1999-2005), trata-se, também, de uma duríssima perda a nível pessoal.

Seis meses após o assassinato da vereadora Marielle Franco, este é mais um golpe contra o Rio de Janeiro e todo o país, perpetrado pelas forças da reação que – se não são diretamente as mesmas! – celebram em concilábulo a barbárie, a ignorância e o obscurantismo a serviço dos mais arcaicos e mesquinhos interesses capitalistas, julgando-se para sempre incólumes e impunes.

A estas forças, só temos a declarar, com a mais cristalina clareza: podem retardar, mas jamais impedir, o inexorável progresso da humanidade em direção ao conhecimento, pela atividade científica e artística e pelas manifestações culturais em todos os níveis – suas horas de parasitas da sociedade estão contadas e, no futuro, pagarão em dobro por “cada lágrima rolada nesse meu penar”.

Anarquismo Africano: A História de um Movimento

A Rizoma Editorial orgulhosamente anuncia ao seu público leitor o lançamento da obra Anarquismo Africano: A História de um Movimento, de Sam Mbah & I. E. Igariwy, em tradução de Pedro Gomes de Souza Barros.

Sam Mbah (1963-2014) foi um advogado, jornalista e ativista nigeriano. Nascido em Enugu, no sudeste da Nigéria, estudou na Universidade de Lagos e trabalhou como correspondente do jornal Daily Star, escrevendo sobre política, meio ambiente, antropologia e anarquismo. Foi co-fundador e membro ativo da Awareness League (“Liga da Consciência”), uma organização de cunho anarquista empenhada na transformação libertária da Nigéria, através da educação política, campanhas sociais e de proteção ambiental.

Anarquismo Africano: A História de um Movimento, publicado originalmente nos Estados Unidos em 1997 e trazida pela primeira vez aos leitores de língua portuguesa pela Rizoma Editorial, foi sua principal a obra, na qual apresenta os paralelos existentes entre os valores anarquistas e os sistemas sociais e econômicos das várias sociedades africanas antes da imposição do capitalismo e de rígidas hierarquias políticas durante o período colonial.

Vivendo em um mundo inundado pelo capitalismo e, em menor medida, pelo socialismo autoritário, Mbah e Igariwey se perguntam: qual caminho revolucionário é possível para uma África pós-colonial? Sempre atentos às consequências da colonialidade capitalista e da esquerda autoritária no continente, os autores reinterpretam conceitos como o comunalismo através de um diálogo com estudos e experiências africanos e à luz da proposta revolucionária anarquista. Não se deixando cair na tentação de dar respostas fáceis a problemas complexos, os autores enfrentam a tortuosa trilha de identificar não só um caminho, mas também de identificar um sujeito oprimido que precisa caminhar: a África pós-colonial. A tradução desta obra é uma forma de agregar uma perspectiva africana revolucionária à realidade do Brasil de hoje, contribuindo para a busca por identificar não só um sujeito, mas também seu respectivo caminho na construção de uma sociedade justa, livre, ecologicamente responsável e radicalmente democrática.